Více o knize
Quando tudo cai, permanece, indomável, o amor. A primeira pergunta que lhe fazem sempre é como aprendeu a falar e, logo a seguir, em que língua sonha. Filha de pai e mãe surdos que se separaram pouco depois de terem os filhos, a protagonista deste livro viveu uma infância verdadeiramente febril, sempre a andar de um lado para o outro - de Brooklyn, em Nova Iorque, para Basilicata, uma aldeiazinha em Itália - e da mãe para o pai; mas, tal como uma planta obstinada, foi capaz de criar raízes em todo o lado e, já adulta, acabou por replicar este comportamento migratório, fosse por causa dos estudos, da emancipação, do inescapável amor. Sempre Estrangeira é a história de uma educação sentimental contemporânea, desorientada pelo passado e pela consciência das diferenças físicas, das distinções sociais, da pertença a um lugar. Parte memória, parte narrativa culta e romanesca, é uma viagem fascinante em busca da auto-afirmação, na qual a geografia, a arte e a linguagem são simultaneamente armas de revolta e de redenção.
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Sempre estrangeira, Claudia Durastanti
- Jazyk
- Rok vydání
- 2020
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- (měkká)
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- Titul
- Sempre estrangeira
- Jazyk
- portugalsky
- Autoři
- Claudia Durastanti
- Vydavatel
- Leya
- Rok vydání
- 2020
- Vazba
- měkká
- Počet stran
- 272
- ISBN10
- 972206987X
- ISBN13
- 9789722069878
- Série
- Štítky
- Beletrie, Láska, Rodina, Současná literatura, USA, Jižní Evropa, Itálie, Vzpomínky, Rodičovství, Italská literatura, Dětství, Matky, Otec, Zážitky, zkušenosti, Mafie
- První vydání
- 2019
- Původní název
- La straniera
- Hodnocení
- 3,6 z 5
- Anotace
- Quando tudo cai, permanece, indomável, o amor. A primeira pergunta que lhe fazem sempre é como aprendeu a falar e, logo a seguir, em que língua sonha. Filha de pai e mãe surdos que se separaram pouco depois de terem os filhos, a protagonista deste livro viveu uma infância verdadeiramente febril, sempre a andar de um lado para o outro - de Brooklyn, em Nova Iorque, para Basilicata, uma aldeiazinha em Itália - e da mãe para o pai; mas, tal como uma planta obstinada, foi capaz de criar raízes em todo o lado e, já adulta, acabou por replicar este comportamento migratório, fosse por causa dos estudos, da emancipação, do inescapável amor. Sempre Estrangeira é a história de uma educação sentimental contemporânea, desorientada pelo passado e pela consciência das diferenças físicas, das distinções sociais, da pertença a um lugar. Parte memória, parte narrativa culta e romanesca, é uma viagem fascinante em busca da auto-afirmação, na qual a geografia, a arte e a linguagem são simultaneamente armas de revolta e de redenção.


