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Cándido Expulso a pontapé do castelo em que vivia, o ingénuo Cándido tem de enfrentar as piores aventuras em todos os continentes, mas, fiel ao seu mestre, mantém a certeza de que, no final, as coisas acabariam bem. A obra que celebrizou Voltaire como pensador enaltece os valores do espírito e da razão. O Ingénuo A personagem do Ingénuo é o contraponto do homem como produto acabado da civilização, lapidado, socializado. É o minério ou pedra preciosa em bruto, por trabalhar, uma figura arquetípica, a representar o homem como produto da natureza à semelhança do "bom selvagem" de Jean-Jacques Rousseau. O Ingénuo de Voltaire diz sempre o que pensa e pensa sempre o que diz, sobre todo e qualquer assunto seja ele sobre a religião, o amor, o casamento, a política e (ou) a progressiva desumanização do aparelho do Estado e das regras que norteiam a conduta dentro da sociedade civil.
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Cándido, Voltaire
- Jazyk
- Rok vydání
- 1990
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- (pevná)
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- Titul
- Cándido
- Podtitul
- El ingenuo
- Jazyk
- španělsky
- Autoři
- Voltaire
- Rok vydání
- 1990
- Vazba
- pevná
- Počet stran
- 195
- ISBN10
- 8474612519
- ISBN13
- 9788474612516
- Série
- Štítky
- Beletrie, Historické téma, Světová literatura, Filosofická tématika, Klasika, Kritika společnosti, Literatura a politika
- Hodnocení
- 3,6 z 5
- Anotace
- Cándido Expulso a pontapé do castelo em que vivia, o ingénuo Cándido tem de enfrentar as piores aventuras em todos os continentes, mas, fiel ao seu mestre, mantém a certeza de que, no final, as coisas acabariam bem. A obra que celebrizou Voltaire como pensador enaltece os valores do espírito e da razão. O Ingénuo A personagem do Ingénuo é o contraponto do homem como produto acabado da civilização, lapidado, socializado. É o minério ou pedra preciosa em bruto, por trabalhar, uma figura arquetípica, a representar o homem como produto da natureza à semelhança do "bom selvagem" de Jean-Jacques Rousseau. O Ingénuo de Voltaire diz sempre o que pensa e pensa sempre o que diz, sobre todo e qualquer assunto seja ele sobre a religião, o amor, o casamento, a política e (ou) a progressiva desumanização do aparelho do Estado e das regras que norteiam a conduta dentro da sociedade civil.


